quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Seu Zé é brabo!
Este áudio, feito pela repórter do Terra, foi postado por um leitor (Antonio Carlos Silva-RJ) do Nassif. Na matéria (abaixo) vale ver o destempero do cidadão, que quer porque quer pautar a paciente moça. Imagina se a Dilma fizesse isso, hein? No desjornal antinacional, hein? (Copiei do PHA)
***
Serra se irrita e ameaça deixar entrevista em programa de TV
Priscila Tieppo
Terra/São Paulo
Em gravação do programa Jogo do Poder, da CNT, o candidato do PSDB à presidência da República, José Serra, se irritou com perguntas sobre a quebra de sigilos de tucanos e pesquisas e ameaçou deixar a entrevista.
O candidato disse que eles “estavam perdendo tempo falando daqueles assuntos”, enquanto podiam dar ênfase aos programas de governo dele. Após a apresentadora Márcia Peltier citar que a quebra de sigilo teria acontecido em 2009, antes do anúncio das candidaturas à presidência, Serra subiu o tom:
- Que antes da candidatura, Márcia? Nós estamos gastando tempo aqui precioso, estamos repetindo os argumentos do PT, que você sabe que são fajutos, estamos perdendo tempo aqui.
Márcia tentou contemporizar, mas não conseguiu acalmá-lo. “A candidata do PT virá aqui?”, perguntou. Após a afirmativa de Márcia, ele retrucou: “então, pergunta para ela”.
“Agora nós vamos falar sobre programas”, tentou prosseguir a apresentadora. Neste momento, Serra levantou-se e ameaçou sair do estúdio. Tentando arrumar o fio do microfone, disse: “eu não vou dar essa entrevista, você me desculpa”.
Márcia insistiu dizendo que eles falariam de programa de governo, mas ele se manteve firme. “Faz de conta que eu não vim”. “Mas porquê, candidato?”, disse, ainda sentada. “Porque não tem nada a ver com pergunta, não é um troço sério. (…) Apaga aqui”. “O que o senhor quer que apague?”, perguntou Márcia. “Apague a TV pra gente conversar”.
Márcia pediu que as câmeras fossem desligadas e as luzes do estúdio apagadas, mas Serra continuou falando: “porque isso aqui está parecendo montado”. “Montado para quem? Aqui não tem isso”, defendeu a jornalista.
O candidato voltou a reclamar da pauta das perguntas – que até então, havia se fixado nos acessos fiscais e sobre as pesquisas. “Me disseram que eu ia falar de política e economia”.
Depois de conversar reservadamente com Márcia e o apresentador Alon Feuerwerker, Serra voltou ao estúdio e respondeu a questionamentos sobre economia, saúde e saneamento básico.
Ao final da gravação, Serra foi questionado pelos jornalistas que estavam no local sobre sua irritação. O candidato negou ter se irritado e afirmou que apenas estava “com estômago ruim” porque não tinha tomado café da manhã.
Segundo a assessoria de imprensa da emissora, as perguntas feitas ao candidatos sobre os assuntos que o incomodaram serão mantidas na edição que irá ao ar nesta quarta-feira (15), às 22h50.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
A indignação da Erenice
Lembro de um episódio do Watergate em que Bob Woodward e Carl Bernstein divulgaram uma informação qualquer sobre um personagem. E ficaram de olho na primeira entrevista que o tal sujeito deu para avaliar seu grau de indignação. E foi alto. Eles concluíram que o protesto do cara era genuíno. O PH Amorim ouviu a Erenice pelo telefone. O grau de indignação dela parece altíssimo, vejam só:
Erenice já contratou advogado para processar a Veja
Erenice já contratou advogado para processar a VejaPaulo Henrique Amorim conversou por telefone na noite de domingo com a ministra Erenice Guerra. Ela disse:
- não brigo para manter o sigilo fechado.
- o meu sigilo, o do meu filho e da minha família estão todos abertos.
- o meu filho se chama Israel e não Verônica.
- contratei Márcio Thomaz Bastos e ele vai me defender.
- vou às últimas consequências.
- vou processar a Veja.
- o meu cargo é temporário.
- mas sem a minha dignidade não posso viver.
- todos os meus sigilos estão abertos.
- não posso conviver com o que a Veja fez.
Mas quequéisso?
E não é que um assessor da Erenice pediu exoneração, segundo o PIG? Como? Por quê? Nega em nota todas as acusações e... pede demissão???
Que cansaço disso tudo...
Que cansaço disso tudo...
Em falta
Como falta jornalista, impressionante! Até um dos (antes) bons, o Sidney Resende, acaba de informar no Conta Corrente da Globonews que o Wall Street Journal apontou, em matéria sobre a capitalização da Petrobras, o risco de uso político da empresa, por ser estatal. Um convidado do programa disse que depois de oito anos de governo Lula todos sabem que isso não acontece, pelo contrário etc. e tal. Mas nem o convidado nem o Sidney agregaram que o WSJ é ultraconservador, comprado que foi em 2007 pela News Corp do Rupert Murdoch. Que é dono da fascista Fox news e de uma porrada de veículos de extrema-direita (é o maior conglomerado de mídia do mundo).
Tudo bem, um jornal influente (hoje, bem menos) dizer uma coisa dessas é notícia. Mas identificar o viés ideológico do jornal também. O verbo aí aplicável é contextualizar.
Que cansaço disso tudo...
Tudo bem, um jornal influente (hoje, bem menos) dizer uma coisa dessas é notícia. Mas identificar o viés ideológico do jornal também. O verbo aí aplicável é contextualizar.
Que cansaço disso tudo...
Também não esqueci
Entre os piores lances da inútil carreira deste homem, o momento inesquecível. Ainda bem que os concorrentes dele na campanha têm memória.
domingo, 12 de setembro de 2010
Aula da mulérretada!
"Não tem mais centro e periferia", afirma Maria da Conceição
Folha, 12/9/2010
Claudia Antunes
Do Rio
A ascensão da China, com uma demanda por produtos primários que vai durar décadas, mudou a divisão internacional do trabalho e tornou datada a dicotomia entre industrialização e produção de commodities que marcou a trajetória brasileira desde os anos 1930. Quem afirma é a economista Maria da Conceição Tavares, veterana expoente do desenvolvimentismo, que durante o século 20 propôs a ação do Estado para a industrialização, a fim de superar a desvantagem nas relações de troca no antigo sistema sob hegemonia econômica dos EUA -- que, ao também produzirem matérias-primas, forçavam a baixa de seus preços.
"Não tem centro e periferia como antes. Há países de desenvolvimento intermediário, entre os quais estamos", afirma Conceição. Ela deu entrevista à Folha às vésperas de ser homenageada amanhã, no Rio, no lançamento do livro "O Papel do BNDE na Industrialização do Brasil", fruto de pesquisa que coordenou para o Centro Internacional Celso Furtado de Políticas para o Desenvolvimento.
O novo cenário não quer dizer, afirma, que o país deva descuidar do parque industrial. Ela se preocupa com a avalanche de importações e defende o papel do BNDES no apoio a grandes empresas nacionais. Petista, Conceição aposta que Dilma Rousseff mudará a orientação ortodoxa do BC, caso eleita, e diz que o tucano José Serra, colega do tempo da Cepal (Comissão Econômica para a América Latina) com quem há 40 anos escreveu um artigo marco, "Além da Estagnação", é conservador na área social. Abaixo, a íntegra da entrevista.
Folha - Um dos problemas recorrentes do período de industrialização abordado no livro é o déficit no balanço de pagamentos. Hoje essa preocupação surge de novo. Os riscos são os mesmos?
Maria da Conceição Tavares - Não, naquela altura o problema era basicamente a rigidez da pauta de exportações, que não é o caso agora. A gente só tinha produtos primários e o único período em que houve aumento de preços das matérias-primas foi durante a Guerra da Coreia (1950-1953). Além disso, o processo de substituição de importações não poupava divisas, pelo contrário, era para substituir importações por produtos internos. Ao fazer isso, ampliava o mercado interno e ampliava a demanda [por bens de capital importados para aumentar a produção]. Hoje em dia você tem uma indústria montada. O problema é o câmbio.
Mas há toda a preocupação com a primarização da pauta de exportações brasileiras.
Isso não tem nenhum cabimento, porque a primarização da pauta de exportações de hoje não se parece nada com a de então. Ao contrário daquela época, quando havia relações de troca desfavoráveis, as relações são favoráveis. Quem demanda produtos primários é a China e a Ásia inteira, que crescem muito mais do que o resto do mundo. Naquela época, os EUA eram nossos concorrentes.
O candidato José Serra fala muito do risco de desindustrialização no Brasil. A sra. acha que existe esse risco?
Desindustrialização houve no governo deles, do Fernando Henrique, com uma política de câmbio completamente irresponsável, uma taxa de juros alta, que começou a afrouxar a partir do segundo mandato. O problema de agora é que, com a crise mundial, o dólar desvalorizou e todas as moedas valorizaram, exceto a moeda chinesa, que está amarrada ao dólar e controlada, com controle de capitais. O resto foi para o diabo. Agora é um problema de valorização e isso não afeta as exportações. Isso afeta as importações, que estão disparando. A gente não sabe se estão disparando como reação apenas ao câmbio ou à recuperação da economia. Eu acho que são os dois. A indústria sofreu um abalo em 2009, e neste ano recuperou com muita força. Agora está desacelerando. Tem que estar sempre avaliando. Se você deixar entrar à galega acaba desindustrializando.
E o que pode ser feito?
O próprio ministro da Fazenda já avisou que tem que controlar essa taxa de câmbio, não pode deixar rolar.
Mas o câmbio não tem relação com os juros do Banco Central, que atraem capital de fora?
Tem, mas não só. Porque a valorização deu em todos os países, mesmo os que praticam taxas de juros negativas, que é o caso do Japão. É a situação particular do dólar agora que está fazendo isso. A situação, portanto, não se parece nada com a do período entre 1950 e 1980. Não tem crise no balanço de pagamentos no sentido clássico. E muito menos dívida externa. Conseguimos passar essa crise sem problemas na dívida externa, com reservas, coisa que nunca aconteceu em nenhuma crise internacional desde o século 19. Agora, tem que ter uma política industrial mais clara, uma política cambial obviamente controlada, que não se resolva apenas com os juros.
Outra discussão que tem uma analogia com o período atual é a ideia de criar um mercado de capitais privado, bancos de investimentos privados que financiem investimentos de longo prazo, o que foi tentado pelo Roberto Campos no primeiro governo da ditadura.
A ideia do mercado de capitais estava lá na reforma administrativa Bulhões-Campos. O problema é que ele veio com a ideia dos bancos de investimentos, que não funcionaram.
Mas essa discussão volta agora, não?
A dos bancos de investimentos, não. O problema é que nem os bancos nem os mercados de capitais não estão financiando desenvolvimento em longo prazo.
E é possível que isso, que nunca aconteceu, aconteça agora?
Eu não acredito muito. Porque na verdade o mercado de capitais serve basicamente em toda parte não é para financiar desenvolvimento, é para transformar patrimônio. Mas enfim, essa é uma ideia antiga, continuam a fazer esforço. O financiamento na verdade depende mais do crédito de longo prazo, e aí é que se tem que arrumar um jeito de que haja um crédito em longo prazo que não dependa apenas do BNDES e da Caixa Econômica, que carregam nas costas.
Como avalia as críticas feitas ao perfil dos empréstimos do BNDES, para grandes grupos?
A imprensa conservadora, que nunca gostou do BNDES, vem com esse papo de que a capitalização [do banco] vai para a dívida pública, o que não é verdade. Formalmente vai para a dívida fiscal, mas na verdade não é assim em longo prazo. Porque você empresta, mas eles retornam. E o retorno do investimento é sempre positivo. O BNDES não está emprestando a ninguém com retorno negativo.
Folha, 12/9/2010
Claudia Antunes
Do Rio
A ascensão da China, com uma demanda por produtos primários que vai durar décadas, mudou a divisão internacional do trabalho e tornou datada a dicotomia entre industrialização e produção de commodities que marcou a trajetória brasileira desde os anos 1930. Quem afirma é a economista Maria da Conceição Tavares, veterana expoente do desenvolvimentismo, que durante o século 20 propôs a ação do Estado para a industrialização, a fim de superar a desvantagem nas relações de troca no antigo sistema sob hegemonia econômica dos EUA -- que, ao também produzirem matérias-primas, forçavam a baixa de seus preços.
"Não tem centro e periferia como antes. Há países de desenvolvimento intermediário, entre os quais estamos", afirma Conceição. Ela deu entrevista à Folha às vésperas de ser homenageada amanhã, no Rio, no lançamento do livro "O Papel do BNDE na Industrialização do Brasil", fruto de pesquisa que coordenou para o Centro Internacional Celso Furtado de Políticas para o Desenvolvimento.
O novo cenário não quer dizer, afirma, que o país deva descuidar do parque industrial. Ela se preocupa com a avalanche de importações e defende o papel do BNDES no apoio a grandes empresas nacionais. Petista, Conceição aposta que Dilma Rousseff mudará a orientação ortodoxa do BC, caso eleita, e diz que o tucano José Serra, colega do tempo da Cepal (Comissão Econômica para a América Latina) com quem há 40 anos escreveu um artigo marco, "Além da Estagnação", é conservador na área social. Abaixo, a íntegra da entrevista.
Folha - Um dos problemas recorrentes do período de industrialização abordado no livro é o déficit no balanço de pagamentos. Hoje essa preocupação surge de novo. Os riscos são os mesmos?
Maria da Conceição Tavares - Não, naquela altura o problema era basicamente a rigidez da pauta de exportações, que não é o caso agora. A gente só tinha produtos primários e o único período em que houve aumento de preços das matérias-primas foi durante a Guerra da Coreia (1950-1953). Além disso, o processo de substituição de importações não poupava divisas, pelo contrário, era para substituir importações por produtos internos. Ao fazer isso, ampliava o mercado interno e ampliava a demanda [por bens de capital importados para aumentar a produção]. Hoje em dia você tem uma indústria montada. O problema é o câmbio.
Mas há toda a preocupação com a primarização da pauta de exportações brasileiras.
Isso não tem nenhum cabimento, porque a primarização da pauta de exportações de hoje não se parece nada com a de então. Ao contrário daquela época, quando havia relações de troca desfavoráveis, as relações são favoráveis. Quem demanda produtos primários é a China e a Ásia inteira, que crescem muito mais do que o resto do mundo. Naquela época, os EUA eram nossos concorrentes.
O candidato José Serra fala muito do risco de desindustrialização no Brasil. A sra. acha que existe esse risco?
Desindustrialização houve no governo deles, do Fernando Henrique, com uma política de câmbio completamente irresponsável, uma taxa de juros alta, que começou a afrouxar a partir do segundo mandato. O problema de agora é que, com a crise mundial, o dólar desvalorizou e todas as moedas valorizaram, exceto a moeda chinesa, que está amarrada ao dólar e controlada, com controle de capitais. O resto foi para o diabo. Agora é um problema de valorização e isso não afeta as exportações. Isso afeta as importações, que estão disparando. A gente não sabe se estão disparando como reação apenas ao câmbio ou à recuperação da economia. Eu acho que são os dois. A indústria sofreu um abalo em 2009, e neste ano recuperou com muita força. Agora está desacelerando. Tem que estar sempre avaliando. Se você deixar entrar à galega acaba desindustrializando.
E o que pode ser feito?
O próprio ministro da Fazenda já avisou que tem que controlar essa taxa de câmbio, não pode deixar rolar.
Mas o câmbio não tem relação com os juros do Banco Central, que atraem capital de fora?
Tem, mas não só. Porque a valorização deu em todos os países, mesmo os que praticam taxas de juros negativas, que é o caso do Japão. É a situação particular do dólar agora que está fazendo isso. A situação, portanto, não se parece nada com a do período entre 1950 e 1980. Não tem crise no balanço de pagamentos no sentido clássico. E muito menos dívida externa. Conseguimos passar essa crise sem problemas na dívida externa, com reservas, coisa que nunca aconteceu em nenhuma crise internacional desde o século 19. Agora, tem que ter uma política industrial mais clara, uma política cambial obviamente controlada, que não se resolva apenas com os juros.
Outra discussão que tem uma analogia com o período atual é a ideia de criar um mercado de capitais privado, bancos de investimentos privados que financiem investimentos de longo prazo, o que foi tentado pelo Roberto Campos no primeiro governo da ditadura.
A ideia do mercado de capitais estava lá na reforma administrativa Bulhões-Campos. O problema é que ele veio com a ideia dos bancos de investimentos, que não funcionaram.
Mas essa discussão volta agora, não?
A dos bancos de investimentos, não. O problema é que nem os bancos nem os mercados de capitais não estão financiando desenvolvimento em longo prazo.
E é possível que isso, que nunca aconteceu, aconteça agora?
Eu não acredito muito. Porque na verdade o mercado de capitais serve basicamente em toda parte não é para financiar desenvolvimento, é para transformar patrimônio. Mas enfim, essa é uma ideia antiga, continuam a fazer esforço. O financiamento na verdade depende mais do crédito de longo prazo, e aí é que se tem que arrumar um jeito de que haja um crédito em longo prazo que não dependa apenas do BNDES e da Caixa Econômica, que carregam nas costas.
Como avalia as críticas feitas ao perfil dos empréstimos do BNDES, para grandes grupos?
A imprensa conservadora, que nunca gostou do BNDES, vem com esse papo de que a capitalização [do banco] vai para a dívida pública, o que não é verdade. Formalmente vai para a dívida fiscal, mas na verdade não é assim em longo prazo. Porque você empresta, mas eles retornam. E o retorno do investimento é sempre positivo. O BNDES não está emprestando a ninguém com retorno negativo.
O desmonte da elite
Tem blog novo na luta (traduzindo, acrescentei um título, já bem antigo, a minha lista de blogs ali na coluna da direita). O nome: Na prática a teoria é outra (NPTO). O autor, Celso de Barros (não sei de onde conheço este nome...) é flamenguista, simpatiza com o Gabeira e lê colunistas do PIG. Ninguém é perfeito. Ele diz assim: "A idéia NPTO é ser um blog sobre política e adjacências, meio esquerdoso, social-democrata não-tucano (nem anti-tucano), que acredita que o PT (e a rede de movimentos sociais que o compõe) ainda pode ser salvo de si mesmo". Mas é perfeito o "avatar" que ele escolheu para o NPTO:
Bem, ignore "nova esquerda", tá? Se a ditadura do proletariado do Lênin está desacreditada, a luta de classes do Marx é mais sangrenta do que nunca. Nossa campanha eleitoral mostra isso diariamente. Nassif falou dela aqui (claro, em outras palavras, que luta de classes é expressão que as pessoas descoladas evitam) ao comentar a estultícia dos que insistem no argumento de que Lula não estudou. "O homem é consagrado mundialmente, está ajudando a construir o século 21 e ainda o chamam de apedeuta", cito eu o Nassif de memória. Isso é luta de classes.
E é maravilhosa a convocação ao estudo e às novas ideias! O blog do Celso entra pra minha humilde listinha porque tem analisado e desmontado as balas de lata contra a Dilma da abominável revista dos esgotos, a veja, e demais anões do PIG -- todos movidos pelo ódio elitista ao operário que não estudou e a sua sucessora. Leia aqui a mais recente desmontada e passeie pelo blog, que tem muita coisa interessante.
Não faço mais isso, não tenho mais idade, forças ou saco (cansadão...). Mas reverencio quem o faz. Claro que, em matéria de desmonte, o rei do ferro-velho é o Nassif. Aqui as últimas marteladas dele.
***
E não é que o Celso deu entrevista à Folha??? Basta não ser petralha, não ter blog sujo e dizer umas coisinhas contra o PT que atrai logo a atenção do PIG! Só de vingança ele continua ali na minha lista de blogs sujos! :-))) (Brincadeirinha, a entrevista é boa.)
"Back to the British Museum" é o slogan proposto pelo filósofo norueguês Jon Elster para a nova esquerda, fazendo referência ao autoexílio de Karl Marx no museu britânico para escrever O Capital. É hora de estudar criativamente e ter novas idéias.
Bem, ignore "nova esquerda", tá? Se a ditadura do proletariado do Lênin está desacreditada, a luta de classes do Marx é mais sangrenta do que nunca. Nossa campanha eleitoral mostra isso diariamente. Nassif falou dela aqui (claro, em outras palavras, que luta de classes é expressão que as pessoas descoladas evitam) ao comentar a estultícia dos que insistem no argumento de que Lula não estudou. "O homem é consagrado mundialmente, está ajudando a construir o século 21 e ainda o chamam de apedeuta", cito eu o Nassif de memória. Isso é luta de classes.
E é maravilhosa a convocação ao estudo e às novas ideias! O blog do Celso entra pra minha humilde listinha porque tem analisado e desmontado as balas de lata contra a Dilma da abominável revista dos esgotos, a veja, e demais anões do PIG -- todos movidos pelo ódio elitista ao operário que não estudou e a sua sucessora. Leia aqui a mais recente desmontada e passeie pelo blog, que tem muita coisa interessante.
Não faço mais isso, não tenho mais idade, forças ou saco (cansadão...). Mas reverencio quem o faz. Claro que, em matéria de desmonte, o rei do ferro-velho é o Nassif. Aqui as últimas marteladas dele.
***
E não é que o Celso deu entrevista à Folha??? Basta não ser petralha, não ter blog sujo e dizer umas coisinhas contra o PT que atrai logo a atenção do PIG! Só de vingança ele continua ali na minha lista de blogs sujos! :-))) (Brincadeirinha, a entrevista é boa.)
sábado, 11 de setembro de 2010
Nove anos
Neste nono aniversário do 11 de Setembro, o History Channel está exibindo os documentários mais famosos sobre o assunto.
É (ainda) aterrorizante.
É (ainda) aterrorizante.
Cansadão e imundo
imagem by @pituca_amiglo
Já que seu Zé está incomodado com os "blogs sujos" financiados pelo governo -- quem dera... --, aderi: a bloguinha marinildadas cansadão é imunda desde criancinha. E pode ficar com sua mídia "limpinha", tá?
Assinar:
Postagens (Atom)


