terça-feira, 4 de agosto de 2009

Só faltava essa!

Mas, se depender do Gil*mar...

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Quebra do monopólio dos Correios brasileiros é analisada pelo STF

O Supremo Tribunal Federal (STF) vai decidir até esta quarta-feira (5) se concede a quebra do monopólio dos Correios brasileiro. A proposta da Associação Brasileira de Empresas de Distribuição (Abraed) quer deixar o mercado livre para empresas que queiram entregar correspondência comercial e encomendas. Atualmente, a responsável pelo serviço postal do país é a estatal Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos.

Em todo o mundo, o serviço de correios é operado em regime de monopólio estatal. Apenas no México e na Argentina esse monopólio foi quebrado. Porém, nos dois casos, medidas estão sendo estudadas para inverter o processo. A Federação dos Trabalhadores dos Correios e Telégrafos (Fentect) acredita que a quebra do monopólio no Brasil será um desastre, prevendo que 50% dos trabalhadores dos Correios serão demitidos. Atualmente, a empresa tem 110 mil funcionários no país.

O secretario geral da Fentect, José Rivaldo, também fez um alerta. Deixar o mercado livre para qualquer empresa atuar no setor dos postais vai prejudicar o atendimento à população. “O maior foco hoje dessas empresas é atuar nos grandes mercados: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, nas grandes cidades. Nos pequenos municípios não há interesse. Eles vão atuar nos mercados que dão lucro e onde não dá fica para o Estado, o que pode levar ao sucateamento dos Correios. (São Paulo, Radioagência NP, Desirèe Luíse, 4/8/09)

Mais sobre o assunto:

Trabalhadores se mobilizam contra privatização dos Correios

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Viva a literatura-lixo!!!

Meus amigos sabem que há anos não leio literatura séria nem vejo filme cabeça, pura perda de tempo. Deixo isso para os jovens, coitados, ainda esperançosos. A coroa aqui se dedica com afinco a livros, filmes e seriados sobre espionagem/tecnologia e tribunais exclusivamente para saber a quantas anda o poder “dos caras” sobre nós, as hordas manipuláveis.

Como todos sabem, os americanos idolatram dinheiro. Tem verdinha no meio, eles logo contam tudo. Acontece com repórteres, advogados, executivos de corporações, integrantes de ONGs, espiões, milicos, o diabo. Basta que se desfaça o vínculo com a instituição a que pertencem, seja por demissão ou fritura. No que caem no ostracismo, abrem tudo o que sabem.

É nisso que reside a beleza da democracia americana: a liberdade de quebrar sigilos. Às vezes o vínculo nem se desfez, mas eles mandam ver. A Judith Miller, por exemplo, uma cretina hoje na Fox News: quando ainda era do New York Times, cobrindo segurança, escreveu um livro sobre as armas biológicas dos americanos. Revelou tudo. Logo depois do 9/11, recebeu envelope com talco e pensou que era antraz. Devia ser “brincadeirinha” dos milicos dos laboratórios que ela expôs no livro, mas isso não foi considerado e acabou esquecido. No NYT, fez campanha vigorosa pela invasão do Iraque por conta de armas de destruição em massa do Saddam, e foi demitida quando veio à tona que estava servindo a Karl Rove e Donald Rumsfeld e às corporações por trás deles.

Bem, depois desse nariz de cera enorme, informo que acabo de ler O recurso (The appeal), de John Grisham (Rocco, 2008). Gente, vocês nem imaginam! As grandes corporações -- químicas, pedrolíferas, de medicamentos --, cansadas de pagar bilhões de indenização por danos físicos e morais, começaram a comprar assentos nas supremas cortes estaduais! Os juízes que eles elegem em campanhas milionárias (vários estados ainda têm eleição para juiz, promotor e até inspetor de quarteirão — viva a democracia!) votam pela anulação das sentenças de primeira instância, que em geral favorecem os querelantes. É um livro imperdível.

Isso não nos toca diretamente, claro, nossos tribunais têm juízes visceralmente vendidos às empresas, mas não custa saber como os primos ricos se viram lá em cima. Nos estados sem eleição, com juízes indicados, as corporações perdem feio. Por isso tem tanta empresa americana despejando seu lixo tóxico no Terceiro Mundo. A França, por sinal, só explora a praga cancerosa do amianto aqui no Brasil: lá é proibido. Lindo, não?

sábado, 1 de agosto de 2009

Agora não tem volta

Cancelei definitivamente a assinatura do Globo. Da outra vez voltei atrás e aceitei ficar por um desconto brutal. Agora, nem que me ofereçam de graça. Abaixo, o porquê.

Globo, 31/7/09

Nem li a matéria, muito menos o editorial. Aliás, não li nada. "É a opinião pronta pro leitor", riu o Marco. Hoje o jornal foi direto pro lixo no saco plástico e assim será enquanto eles me empurrarem esse esgoto.

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Ligou um "consultor" do Globo oferecendo primeiro um desconto de 13 reais, e depois um de 18 reais. A assinatura cairia de 59 para 41 ou algo assim. Ele disse que a "nojeira" das páginas do Globo (que eu mencionei) "vem da politicagem, não do jornal". Não é lindo? O cara finge que não sabe que o pasquim dele é membro honorário do PIG!

sábado, 4 de julho de 2009

E assim caminha o Chávez

Comprou o Banco da Venezuela do Santander espanhol. O Estado venezuelano é agora o maior banqueiro do país.

Isso é bom, né não? Simpatizo com o fato de que "a gente" aqui tenha a Caixa e meio que o BB.

Complicações à vista?

sexta-feira, 3 de julho de 2009

A doida renunciou!

Nem deu explicação... Eu, hein!

A incrível Helen Thomas!

Acabo de ver na HBO documentário fantástico sobre a Helen Thomas, setorista da Casa Branca que já cobriu 9 presidentes (o filme é de 2008, ainda na era Bush; com Barack Obama são 10).

No finzinho, perguntam a ela se os jornalistas americanos têm mesmo inclinação liberal, como acusam os republicanos.

-- Onde estão eles? ? Me aponte um! Estou louca para encontrar jornalistas liberais!

Abaixo, um trailer que achei no YouTube. Se encontrar o filme completo informarei.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

É um tédio, eu sei, mas...

... não posso deixar passar uma chamada da Globonews de ontem (não tive tempo de postar antes):
Governo revolucionário retira direitos constitucionais em Honduras
Tá vendo só? Não tem jeito. Golpe pra eles é revolução, governo golpista é governio revolucionário. Fazer o quê? Depois dizem que fazem jornalismo.

Não estamos sós

Vera, Truda, vejam só:
Ruim com Sarney. Péssimo sem ele.
É o Nassif que diz.
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