segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Se eu fosse marqueteiro do Seu Zé...

... cortaria os pulsos. Olha o que esse cara diz, gente, ele não tem senso de noção de p&rr@ nenhuma, mas nenhuminha mesmo???



robfbms



Escrevinhador/MarceloZelic

VAMU JOGÁ!



Conheça aqui o game #SERRAMILCARAS! Para jogar acesse http://megaswf.com/serve/57639/

Gente, não deixe de ir lá, tem caras hilárias do seu zé trololó das mil... vocês sabem o quê!

Gente, olha isso!!!

Dilma abraçada, beijada, agarrada, assediada pelos romeiros em Aparecida! A campanha fundamentalista-beata-demoníaca não colou, HÁ! Puxa, fico esperançosa de que não venha a República Fundamentalista Cristã anunciada pelo Vladimir Saflate na Falha de hoje (não deixem de ler, o articulista até menciona a mulher do Seu Zé Trololó das Mil Caras, vai rolar alguma cabeça lá na Falha!).

A-M-O ESSE CLOACA!

Veja do B!

Nas internas do PT

Renato Rovai
RT @: Para um universo de 125 eleitores indecisos Dilma foi a melhor do debate para 103 eleitores!

Análise porreta no Escrevinhador

Dilma joga pra militância, com firmeza; Serra apanha: pedirá cabeça da petista?

publicada segunda-feira, 11/10/2010 às 01:53 e atualizada segunda-feira, 11/10/2010 às 01:21


Apontado como “líder satanista” (na imunda boataria pró-Serra, que inundou a internet nas últimas semanas), Michel Temer (o vice de Dilma) foi quem analisou com mais calma e conteúdo o debate, numa entrevista rápida ainda dentro do estúdio da “Band”: a atuação da Dilma “vai jogar nas ruas a militância”.
O debate foi isso. Audiência baixa, cerca de 3 pontos. Quem tava acompanhando? O público mais ligado em política – dos dois lados. Dilma falou pra militância. E acho que surpreendeu positivamente a todos.
A turma do PT – meio ressabiada, porque esperava liquidar tudo no primeiro turno, e porque não via reação da campanha à onda difamatória das últimas semanas – recebeu uma injeção de ânimo.
Em vez de bater pesado no horário político gratuito (visto por um público mais amplo, que poderia rejeitar a estratégia mais dura) Dilma deu as respostas no debate – visto pela militância. Foi estratégia inteligente, certeira.
Serra, ao que parece, não esperava por isso. Engoliu em seco várias vezes. E acusou o golpe, falando que Dilma estava “agressiva”. Machismo puro. Mulher quando enfrenta é “agressiva”. Ele quer princesinha? Vai buscar na MTV…
O tucano é mal acostumado – como sabemos. Tem à sua volta uma imprensa amiga, que não o incomoda. E quando aparece um jornalista ou outro a fazer pergunta “inconveniente”, ele liga pra Redação e pede a cabeça do repórter. Ou, então, confisca as fitas (como fez depois de uma entrevista pra Márcia Peltier, na CNT).
Ao fim do debate, eu olhava pro Serra (que parecia aturdido e contrariado por apanhar tanto), e pensava comigo: será que ele vai ligar pro Lula e pedir a cabeça da Dilma?
Durante uma panfletagem no Rio, há poucas semanas, Serra botou a mulher dele (não a Soninha, mas a Mônica) pra acusar Dilma de “matar criancinhas”: é o papo sujo do aborto. Quando ficou frente a frente com Dilma, nesse domingo, ele não sustentou a frase. Fugiu. E não defendeu a mulher oficial. Covardia típica de machão mal-resolvido. Ainda por cima, não gostou da Dilma “agressiva”. Tá mal acostumado com certas apresentadoras e jornalistas “amigas”…
No conteúdo, Dilma foi bem ao desmascarar a campanha de calúnias, e ao marcar na testa de Serra o rótulo de “privatista”. Tão incomodado Serra ficou que, naquela entrevista rápida pós-debate, fez questão de dizer “sou defensor das empresas estatais”.
Sentiu o golpe.
Mauricio Stycer, ótimo repórter do UOL, postava no twitter pouco depois do encerramento: “Petistas comemoram e tucanos criticam estratégia de Dilma”.
Esse também é um bom resumo.
Os petistas gostaram de ver a candidata firme – o que deve ter incendiado a militância pra reta final.
os tucanos não gostaram do Serra acuado. Acostumados a bater na surdina, a usar pastores e padres para os ataques mais vis, e a se esconder no anonimato da internet, os líderes do serrismo choravam: pôxa, essa doeu.
Tenho a  impressão que a onda de otimismo virou de lado. Esse debate volta a lançar otimismo para o lado lulo-dilmista. E projeta sombras para o lado dos tucanos.
Vocês  – que me acompanham aqui – sabem que eu tenho lado e não escondo. Mas nem por isso brigo com os fatos. Quando a boataria religiosa veio pesada, eu falei que isso podia dar segundo turno. Assim como deixei claro que Dilma apanhar calada era o caminho pra derrota. Agora, vejo uma fase nova.
Essa campanha já teve vários momentos:
- no início do ano, os tucanos menosprezaram Dilma, espalharam que ela não tinha personalidade, e era um “poste”; o menosprezo fez com que fossem surpreendidos pela arrancada de Dilma dos 15% aos 50% nas pesquisas;
- em setembro, foi o PT que menosprezou a capacidade de reação dos tucanos e de seus aliados midiáticos; denúncias e boatos levaram votos pra Marina, garantindo segundo turno;
- com o segundo turno, já se ouvia na internet o discurso dos tucanos “ah, o PT perdeu uma eleição ganha; agora Serra vai crescer até a vitória, Dilma está perdiada, e a eleição está no papo”.
Os tucanos (com o segundo turno) sentaram na cadeira antes da hora. A soberba parece ter castigado Serra nesse domingo. Ele entrou no debate confiante demais. Apanhou até ficar tonto.
E, agora, vai ser difícil virar a onda de novo.
A turma dele vai tentar – com mais baixaria. Mas o recurso vai ficando gasto. Dilma recuperou a inciativa. Pra quem já tem 10 pontos de vantagem, trata-se de um passo gigantesco rumo à vitória.
Será uma eleição difícil até o fim. Mas Dilma recuperou o favoritismo inconteste. E, agora, sem a soberba que deu errado no primeiro turno.

É o quadro que vejo nessa segunda-feira, a 20 dias da eleiçâo.

Ufa, fiquei exausta nesse debate!

Agora é uma da manhã, e Seu Zé Trololó das Mil Caras ainda não se recuperou da surpresa que a Presidenta Dilma lhe preparou! Como sei disso? Primeiro, pelas perguntinhas bobinhas que ele levou pra Band, no nívelzinho dos debates do primeiro turno. Já a Dilma não, saiu pro confronto já na primeira pergunta, citou até a mulher dele, a Monica Serra, que disse na Baixada que Dilma era a favor de matar criancinha. Segundo: ela não deixou de responder nada, quando perdia o tempo voltava lá atrás pra chutar a bola de volta. Ele não, ele deixou de responder sobre a fala da mulher e sobre os 4 milhões que o assessor da campanha dele roubou! HÁ! 

***

O debate foi assim, ó:

uma mulher INCISIVA...




... contra um seu zé trololó das mil caras.







Na Rede Brasil atual:

No 1º debate, Dilma reage e dá novo tom à campanha no 2º turno

Ricardo Negrão, Rede Brasil Atual

Publicado em 10/10/2010, 21:09

Última atualização em 11/10/2010, 00:10

São Paulo - "Cuidado com as mil caras, Serra". Esse foi um dos motes do primeiro debate do segundo turno entre os candidatos à Presidência Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB). A petista não ficou na defensiva. Ao contrário, acuou o tucano em vários pontos: da campanha de calúnias na internet às privatizações no governo Fernando Henrique Cardoso, passando pela venda do banco Nossa Caixa para o Banco do Brasil.

Dilma lembrou a participação da mulher do tucano em episódios de desvirtuação da campanha: "Sua esposa, disse que a Dilma é a favor da morte de criancinhas". Depois complementou: "Isso é ódio, coisa que o Brasil não tem". Serra não respondeu. O tucano também se calou quando, ainda no primeiro bloco, Dilma o instigou a falar sobre o assessor Paulo Vieira de Souza, que é acusado de desaparecer com R$ 4 milhões da campanha do tucano.

Ao contrário de Serra, Dilma se mostrou firme em dois assuntos polêmicos: o caso Erenice e o aborto. "Concordo com a regulamentação. São 3,5 milhões de mulheres que praticam aborto em condições precárias. O que vamos fazer com essas mulheres, atender ou prender?"

Privatizações

A petista observou que o assessor do tucano e ex-presidente da Agência Nacional do Petróleo (ANP), David Zylbersztain, de ser a favor da privatização do pré-sal. A petista também citou a divisão da empresa para ser negociada em partes, ainda no governo FHC. Serra tentou sair do tema privatizações da era FHC defendendo a da telefonia. "O Brasil hoje tem 190 milhões de telefones ", disse o tucano, que finalizou: "A era do PT seria a era do orelhão". Dilma, em seguida rebateu: "O meu Brasil não é do orelhão, é o da banda larga".

Outra tentativa de privatização bastante discutida foi a da Nossa Caixa, banco estadual de São Paulo. Dilma acusou o tucano de querer vender o banco e disse que o governo federal foi atrás para que a instituição não fosse vendida a empresas internacionais. Serra disse que a compra da Nossa Caixa fortaleceu o BB. Dilma rebateu que a compra do BB foi o iniciativa do governo Lula, porque Serra iria vender de qualquer jeito.

Dilma também questionou seu adversário sobre a continuidade de programas do governo Lula, como o Bolsa Família, Minha Casa, Minha Vida, entre outros. "Vou continuar tudo o que deve ser continuado", disse Serra, sem nominar quais seriam esses programas. Serra também teve de responder sobre programas do governo de São Paulo, como a dos salários dos policiais, combate às drogas e educação.

domingo, 10 de outubro de 2010

Isso é que é propaganda eleitoral!

GlecioTavares | October 05, 2010

Minha filha foi mordida durante um assalto na rua



(achei aqui)

Pasquim no lugar certo

Recebi mensagem do Robert:

Novo comportamento

Mari,
Eu estava ontem, sábado, tomando uma cerva com amigos que trabalham no centro e surgiu o seguinte comentário: eles têm encontrado em cima das lixeiras espalhadas pela cidade o jornal O Globo intocado, só faltando o segundo caderno. Dois deles já encontraram jornais assim na praça XV, na rua da Quitanda, na rua do Lavradio e na 1º de março.

Não é engraçado!? As pessoas estão comprando o jornal, pegam o caderno de cultura e jogam o resto fora sem dó nem piedade.

Abraços,
Robert Lopes

***
HAHAHA! O carioca é malandro!
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