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quinta-feira, 9 de setembro de 2010
domingo, 25 de julho de 2010
Infâmia e fuga
O fim de uma era de infâmia
Enviado por luisnassif, dom, 25/07/2010 - 11:59
Diogo Mainardi está saindo do país. Na sua crônica, brinca com o medo de ser preso. É medo real. Condenado a três meses de prisão pelas calúnias contra Paulo Henrique Amorim, perdeu a condição de réu primário. Há uma lista de ações contra ele. As cíveis, a Abril paga - como parte do trato. As criminais são intransferíveis. E há muitas pelo caminho.
Há meses e meses meus advogados tentam citá-lo, em vão. Foge para todo lado. A intimação foi entregue na portaria do seu prédio, mas os advogados da Abril querem impugnar, alegando que não foi entregue em mãos. Tudo isso na era da Internet, quando todo mundo sabe que ele está sendo procurado para ser intimado.
A outra ação, contra Reinaldo Azevedo, esbarra em manobras protelatórias dos advogados da Abril. A ação prosperou porque colocada no Fórum da Freguesia do Ó - região da sede da Abril. Os advogados da Abril insistem em transferi-la para a Vara de Pinheiros.
A íntegra
Enviado por luisnassif, dom, 25/07/2010 - 11:59
Diogo Mainardi está saindo do país. Na sua crônica, brinca com o medo de ser preso. É medo real. Condenado a três meses de prisão pelas calúnias contra Paulo Henrique Amorim, perdeu a condição de réu primário. Há uma lista de ações contra ele. As cíveis, a Abril paga - como parte do trato. As criminais são intransferíveis. E há muitas pelo caminho.
Há meses e meses meus advogados tentam citá-lo, em vão. Foge para todo lado. A intimação foi entregue na portaria do seu prédio, mas os advogados da Abril querem impugnar, alegando que não foi entregue em mãos. Tudo isso na era da Internet, quando todo mundo sabe que ele está sendo procurado para ser intimado.
A outra ação, contra Reinaldo Azevedo, esbarra em manobras protelatórias dos advogados da Abril. A ação prosperou porque colocada no Fórum da Freguesia do Ó - região da sede da Abril. Os advogados da Abril insistem em transferi-la para a Vara de Pinheiros.
A íntegra
quarta-feira, 14 de julho de 2010
O que foi o JB
Para os que ficaram tristes, o Nassif tem um post sobre o fim do Jornal do Brasil. Há vários depoimentos, mas Luiz Gonzaga da Silva publicou o melhor: a carta de Jorge Antonio Barros à condessa Pereira Carneiro.
Fiquei arrasada. Achei melhor mesmo acabar com essa vergonha que o Tanure bota na rua. Como JAB, odiei aquele formato berliner, ofensa ao melhor design de jornal do mundo inteiro. E me ofende que o jornal dos maiores nomes da imprensa brasileira, ao lado do Correio da Manhã, seja feito agora por gente despreparada. Mas a morte daquele JB que ele descreve foi uma perda irreparável pra mim e pro país. Não tenho mais jornal pra ler e o país ficou entregue ao PiG. Nem afirmo que o JB não pudesse vir a namorar o golpismo, mas seus leitores certamente protestariam ~~ quem não se lembra do que ocorreu quando a D. Maria Maluf "comprou" o jornal? Foram milhares de assinaturas canceladas no ato, e os cartolas voltaram atrás!!!
Fiquei arrasada. Achei melhor mesmo acabar com essa vergonha que o Tanure bota na rua. Como JAB, odiei aquele formato berliner, ofensa ao melhor design de jornal do mundo inteiro. E me ofende que o jornal dos maiores nomes da imprensa brasileira, ao lado do Correio da Manhã, seja feito agora por gente despreparada. Mas a morte daquele JB que ele descreve foi uma perda irreparável pra mim e pro país. Não tenho mais jornal pra ler e o país ficou entregue ao PiG. Nem afirmo que o JB não pudesse vir a namorar o golpismo, mas seus leitores certamente protestariam ~~ quem não se lembra do que ocorreu quando a D. Maria Maluf "comprou" o jornal? Foram milhares de assinaturas canceladas no ato, e os cartolas voltaram atrás!!!
terça-feira, 13 de julho de 2010
Era um jornal?
Li essa notícia na semana passada, mas nem liguei. Hoje, deu no pasquim. Marco comentou, Robert comentou, comenta-se no blog do Nassif.
Sinceramente? Acho melhor. Aquilo que chegava às bancas todo dia não era um jornal, era um folhetim vagaba feito por estagiários. Com todo o respeito aos estagiários. Então, morra logo. O que dói é ver essa criatura que deve a deus e ao mundo -- inclusive a mim --, um matador de empresas, um estelionatário notório obter na Justiça o direito de "comprar" empresas, destruí-las e depois ainda se gabar de que "seremos o primeiro jornal a estar apenas na internet".
Pode?
***
Jornal do Brasil deixará de circular e terá apenas versão na internet
RIO - O Jornal do Brasil, um dos mais antigos do país - que teve a sua primeira edição impressa em 1891 -, vai deixar de circular. A data para o fim da versão em papel será decidida entre quarta e quinta-feira, segundo informou o empresário [!!!] Nelson Tanure, dono da marca, nesta segunda-feira. Com dívidas estimadas em R$ 100 milhões e vendo a circulação despencar, Tanure tentou encontrar um comprador para o jornal. Sem sucesso na sua empreitada, decidiu manter o jornal só na internet. "A decisão de acabar com o papel está sendo tomada esta semana. Teremos uma decisão na quarta ou na quinta-feira", disse Nelson Tanure. Provavelmente, seremos o primeiro jornal a estar apenas na internet. É algo que está acontecendo no mundo todo".
Nesta segunda, Tanure confirmou a saída de Pedro Grossi, que ocupava a presidência do JB há apenas quatro meses: "Eu demiti o Pedro Grossi porque ele era a favor de continuar no papel".
Sinceramente? Acho melhor. Aquilo que chegava às bancas todo dia não era um jornal, era um folhetim vagaba feito por estagiários. Com todo o respeito aos estagiários. Então, morra logo. O que dói é ver essa criatura que deve a deus e ao mundo -- inclusive a mim --, um matador de empresas, um estelionatário notório obter na Justiça o direito de "comprar" empresas, destruí-las e depois ainda se gabar de que "seremos o primeiro jornal a estar apenas na internet".
Pode?
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Jornal do Brasil deixará de circular e terá apenas versão na internet
RIO - O Jornal do Brasil, um dos mais antigos do país - que teve a sua primeira edição impressa em 1891 -, vai deixar de circular. A data para o fim da versão em papel será decidida entre quarta e quinta-feira, segundo informou o empresário [!!!] Nelson Tanure, dono da marca, nesta segunda-feira. Com dívidas estimadas em R$ 100 milhões e vendo a circulação despencar, Tanure tentou encontrar um comprador para o jornal. Sem sucesso na sua empreitada, decidiu manter o jornal só na internet. "A decisão de acabar com o papel está sendo tomada esta semana. Teremos uma decisão na quarta ou na quinta-feira", disse Nelson Tanure. Provavelmente, seremos o primeiro jornal a estar apenas na internet. É algo que está acontecendo no mundo todo".
Nesta segunda, Tanure confirmou a saída de Pedro Grossi, que ocupava a presidência do JB há apenas quatro meses: "Eu demiti o Pedro Grossi porque ele era a favor de continuar no papel".
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