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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Explodi de orgulho!
Globosta faz matéria ressentida sobre a entrevista do Lula aos blogueiros "chapa-branca". Pelo menos somos chapa-branca do Lula, e não da ditadura, certo, pasquim?
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Que sucesso, minha gente

Fotos: Ricardo Stuckert/PR
Entrevistaram o presidente Altamiro Borges (Blog do Miro), Altino Machado (Blog do Altino), Willians Barros (Cloaca News), Eduardo Guimarães (Cidadania), Leandro Fortes (Brasília, Eu Vi), Pierre Lucena (Acerto de Contas), Renato Rovai (Blog do Rovai), Rodrigo Vianna (Escrevinhador), José Augusto Duarte (Amigos do Presidente Lula) e Túlio Vianna (Blog do Túlio Vianna).
O mais incrível é que o tópico #lulablogs esteve um tempão em primeiro lugar na relação de temas do Twitter mundial com o link para a twitcam do Lula! Quer dizer, qualquer cidadão do mundo podia entrar e assistir! Acho que é tipo "nunca antes na história deste mundo"!
Assim que conseguir o código posto aqui o vídeo para quem não viu (já tem na Forum). E acrescento também os nomes dos personagens, pois muitos não conheço.
E ei-lo:
terça-feira, 23 de novembro de 2010
É NESTA QUARTA, ÀS 9H!!!
S-e-n-s-a-c-i-o-n-a-l! Agora mesmo é que o PIG se morde todo! O presidente Lula dará entrevista às 9h desta quarta a 10 blogueiros! E tudo será transmitido pelo Blog do Planalto! Acorde cedo e participe pelo chat!
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
domingo, 24 de outubro de 2010
Alerta de quem é do ramo
Só boas notícias pra campanha da Dilma e eis que começam estranhos ataques aos blogs progressistas: Azenha e Rodrigo Vianna. Com o Firefox recebe-se uma mensagem de alerta de malware, só que não há malware algum. Com o Chrome e o Internet Explorer você entra numa boa. Amanhã falo sobre isso.
Atenção com o aviso abaixo.
***
24 de outubro de 2010 à 1:00
Alerta de quem é do ramo: a armação que pode vir nos dias finais de campanha
Luiz Carlos Azenha
O alerta é de um jornalista experiente, com amplos contat0s na comunidade de informações, com arapongas e ex-arapongas.
Não nasce de um evento específico, mas de um encadeamento lógico de fatos: a campanha sórdida e subterrânea na internet, os panfletos apócrifos, as chamadas por robôs e a farsa de Campo Grande, onde o único ferido — realmente ferido — foi um militante petista com um corte no supercílio (que não apareceu no Jornal Nacional).
Vem da repetição de um padrão no telejornal de maior audiência: Dilma, agressiva; Serra, vítima. Um padrão que se manteve na noite deste sábado, quando a Globo omitiu o discurso do governador paulista Alberto Goldman em que ele sugeriu uma comparação entre Lula e Hitler (com menção ao incêndio do Reichstag), omitiu que militantes de PT fizeram um cordão de isolamento para que uma passeata tucana avançasse em Diadema e destacou o uso, por eleitores de Serra, de capacetes para se “proteger” das bolinhas de papel.
O colega, em seu exercício de futurologia, mencionou o Rio de Janeiro como o mais provável palco de uma armação, por dois motivos:
1) é onde fica a Globo;
2) é onde subsiste a arapongagem direitista.
Como lembrei neste espaço, anteriormente, foi assim o golpe midiático perpetrado em 2002, na Venezuela, retratado nos documentários A Revolução Não Será Televisionada e Puente LLaguno.
Parte essencial daquele golpe, que juntou militares insatisfeitos com a oposição em pânico e apoio maciço da mídia, foi a acusação de que militantes chavistas tinham atirado em civis desarmados, quando as 19 mortes registradas num confronto entre militantes das duas partes resultaram de tiros disparados por franco-atiradores e policiais de Caracas leais à oposição. Porém, foram semanas até que tudo ficasse claro para boa parte dos venezuelanos e para a opinião pública internacional.
O Brasil de 2010 não é a Venezuela de 2002, mas não custa ficar alerta.
Atenção com o aviso abaixo.
***
24 de outubro de 2010 à 1:00
Alerta de quem é do ramo: a armação que pode vir nos dias finais de campanha
Luiz Carlos Azenha
O alerta é de um jornalista experiente, com amplos contat0s na comunidade de informações, com arapongas e ex-arapongas.
Não nasce de um evento específico, mas de um encadeamento lógico de fatos: a campanha sórdida e subterrânea na internet, os panfletos apócrifos, as chamadas por robôs e a farsa de Campo Grande, onde o único ferido — realmente ferido — foi um militante petista com um corte no supercílio (que não apareceu no Jornal Nacional).
Vem da repetição de um padrão no telejornal de maior audiência: Dilma, agressiva; Serra, vítima. Um padrão que se manteve na noite deste sábado, quando a Globo omitiu o discurso do governador paulista Alberto Goldman em que ele sugeriu uma comparação entre Lula e Hitler (com menção ao incêndio do Reichstag), omitiu que militantes de PT fizeram um cordão de isolamento para que uma passeata tucana avançasse em Diadema e destacou o uso, por eleitores de Serra, de capacetes para se “proteger” das bolinhas de papel.
O colega, em seu exercício de futurologia, mencionou o Rio de Janeiro como o mais provável palco de uma armação, por dois motivos:
1) é onde fica a Globo;
2) é onde subsiste a arapongagem direitista.
Como lembrei neste espaço, anteriormente, foi assim o golpe midiático perpetrado em 2002, na Venezuela, retratado nos documentários A Revolução Não Será Televisionada e Puente LLaguno.
Parte essencial daquele golpe, que juntou militares insatisfeitos com a oposição em pânico e apoio maciço da mídia, foi a acusação de que militantes chavistas tinham atirado em civis desarmados, quando as 19 mortes registradas num confronto entre militantes das duas partes resultaram de tiros disparados por franco-atiradores e policiais de Caracas leais à oposição. Porém, foram semanas até que tudo ficasse claro para boa parte dos venezuelanos e para a opinião pública internacional.
O Brasil de 2010 não é a Venezuela de 2002, mas não custa ficar alerta.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Aprendizados e desaprendizados
Os twitcams do Luís Nassif (por exemplo, aqui, aqui ou aqui) têm sido muito instrutivos. Repórter respeitado, colunista bem-sucedido, viu-se de repente atacado pela imprensa golpista, denuncista e sensacionalista -- o PIG, em resumo -- e seus aliados na oposição. Foi levado várias vezes à Justiça. Por quê? Porque ousou fazer jornalismo em seu blog, ao lado de outros heróis da blogosfera "suja" (Serra pediu ao Lula que desse um jeito nesses "blogs sujos", daí o adjetivo).
Esse jornalismo pode ser chamado de participativo, porque incontáveis leitores ou arregaçaram as mangas e ajudaram a investigar cada denúncia do PIG ou simplesmente traziam uma informação de seu conhecimento que desmentia algum factoide. O brilhante clímax desse trabalho foi o desmonte do golpe em torno da Operação Satiagraha, quando a mídia atacou o quanto pôde os delegados Protógenes e Lacerda ou o juiz De Sanctis, que tentavam dar a Daniel Dantas o lugar que ele merece..
Agora, nesta campanha eleitoral que se os eflúvios cósmicos permitirem termina neste domingo pelo menos na principal majoritária, a blogosfera suja foi fundamental para rebater o denuncismo do PIG (e não que essa blogosfera defenda que se varram crimes para baixo do tapete, não!, ela prega a denúncia responsável, bem entendido!)
Pois bem, esse enorme nariz de cera foi pra dizer que se houve um aprendizado magnífico para todos os que usaram esta esplendorosa arma chamada internet para aprender cidadania, urbanidade, solidariedade, democracia participativa etc., um grande número de canalhas desaprendeu tudo isso. Vejamos o caso do Equador. À saída do debate de ontem, o "candidato Serra" se recusou a comentar a tentativa de golpe no Equador "sem ter informações" (não vi a entrevista da Dilma, mas a Marina condenou no ato!). Bandnews e Globonews, hoje, o dia inteiro, refugaram no uso da palavra. Não leio mais os "grandes" jornais porque só têm lixo, então não sei como trataram o tema, mas as palavras "turbulência", "protesto", "sublevação" frequentaram as matérias dos portais.
A polícia nacional e parte da força aérea se amotinaram, sim, mas quem viu ao vivo a Telesur o dia inteiro, como eu -- até esqueci da eleição, felizmente, porque a tensão estava insuportável -- leu todos os sinais de golpe. Um presidente fisicamente atacado, confinado numa sala de hospital, impedido de sair ou receber visitas, policiais reprimindo duramente nas ruas a população legalista, turbas do ex-presidente, contumaz golpista, invadindo a sede da TV pública equatoriana, que tudo transmitia, e, principalmente, um comunicado mais do que ambíguo da cúpula militar -- declarava-se leal à Constituição e ao presidente, mas cobrava a retirada da lei que gerou o motim da polícia! --, tenham a santa paciência, isso era golpe!
Não deu certo porque o povo foi pras ruas, a TV não parou de transmitir e a comunidade internacional foi rapidamente mobilizada. As forças armadas viram-se compelidas a cumprir seu dever e resgataram o presidente. Então, por que a imprensa brasileira se comportou NOVAMENTE como no golpe de 2002 contra o Chávez na Venezuela? Porque torcia para que Rafael Correa caísse! Como Serra!
Flexibilizaram os princípios democráticos. "Democracia" para alguns. É terrível, horroroso, escandaloso que essa imprensa tenha reagido no mesmo diapasão do Serra: ah, se é contra o Rafael Correa, o Chávez do Equador, deixa derrubar. Essa imprensa desaprendeu solidariedade, urbanidade, democracia E legalidade. Esta é a sexta eleição consecutiva para presidente no Brasil. Um sinal glorioso de culto à legalidade, que de nada serve para essa gente quando se trata de vitória da esquerda e da defesa dos governos de esquerda. Isso ficou claro para mim e vou tratar daqui em diante toda essa gente não mais de partido da imprensa golpista ou PIG, mas como merece:
Esse jornalismo pode ser chamado de participativo, porque incontáveis leitores ou arregaçaram as mangas e ajudaram a investigar cada denúncia do PIG ou simplesmente traziam uma informação de seu conhecimento que desmentia algum factoide. O brilhante clímax desse trabalho foi o desmonte do golpe em torno da Operação Satiagraha, quando a mídia atacou o quanto pôde os delegados Protógenes e Lacerda ou o juiz De Sanctis, que tentavam dar a Daniel Dantas o lugar que ele merece..
Agora, nesta campanha eleitoral que se os eflúvios cósmicos permitirem termina neste domingo pelo menos na principal majoritária, a blogosfera suja foi fundamental para rebater o denuncismo do PIG (e não que essa blogosfera defenda que se varram crimes para baixo do tapete, não!, ela prega a denúncia responsável, bem entendido!)
Pois bem, esse enorme nariz de cera foi pra dizer que se houve um aprendizado magnífico para todos os que usaram esta esplendorosa arma chamada internet para aprender cidadania, urbanidade, solidariedade, democracia participativa etc., um grande número de canalhas desaprendeu tudo isso. Vejamos o caso do Equador. À saída do debate de ontem, o "candidato Serra" se recusou a comentar a tentativa de golpe no Equador "sem ter informações" (não vi a entrevista da Dilma, mas a Marina condenou no ato!). Bandnews e Globonews, hoje, o dia inteiro, refugaram no uso da palavra. Não leio mais os "grandes" jornais porque só têm lixo, então não sei como trataram o tema, mas as palavras "turbulência", "protesto", "sublevação" frequentaram as matérias dos portais.
A polícia nacional e parte da força aérea se amotinaram, sim, mas quem viu ao vivo a Telesur o dia inteiro, como eu -- até esqueci da eleição, felizmente, porque a tensão estava insuportável -- leu todos os sinais de golpe. Um presidente fisicamente atacado, confinado numa sala de hospital, impedido de sair ou receber visitas, policiais reprimindo duramente nas ruas a população legalista, turbas do ex-presidente, contumaz golpista, invadindo a sede da TV pública equatoriana, que tudo transmitia, e, principalmente, um comunicado mais do que ambíguo da cúpula militar -- declarava-se leal à Constituição e ao presidente, mas cobrava a retirada da lei que gerou o motim da polícia! --, tenham a santa paciência, isso era golpe!
Não deu certo porque o povo foi pras ruas, a TV não parou de transmitir e a comunidade internacional foi rapidamente mobilizada. As forças armadas viram-se compelidas a cumprir seu dever e resgataram o presidente. Então, por que a imprensa brasileira se comportou NOVAMENTE como no golpe de 2002 contra o Chávez na Venezuela? Porque torcia para que Rafael Correa caísse! Como Serra!
Flexibilizaram os princípios democráticos. "Democracia" para alguns. É terrível, horroroso, escandaloso que essa imprensa tenha reagido no mesmo diapasão do Serra: ah, se é contra o Rafael Correa, o Chávez do Equador, deixa derrubar. Essa imprensa desaprendeu solidariedade, urbanidade, democracia E legalidade. Esta é a sexta eleição consecutiva para presidente no Brasil. Um sinal glorioso de culto à legalidade, que de nada serve para essa gente quando se trata de vitória da esquerda e da defesa dos governos de esquerda. Isso ficou claro para mim e vou tratar daqui em diante toda essa gente não mais de partido da imprensa golpista ou PIG, mas como merece:
GOLPISTAS!
VERGONHA!
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