Agora aqui é assim! Já que essa juíza não se matou, não se retirou da profissão com a consciência bem pesada e ainda tem o desplante de dizer que não falhou no cumprimento do dever, meu tribunal particular decidiu: deporta. Manda pra alguma ilha em processo de extinção por conta do aquecimento global.
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Para juíza, proteção não impediria sumiço de Eliza
Diana Brito, Folha, 14/7/2010
A juíza Ana Paula de Freitas, do 3º Juizado da Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher de Jacarepaguá, zona oeste do Rio, afirmou ontem que não se arrepende de ter negado medida protetiva para Eliza Samudio e encaminhado o caso à 1ª Vara Criminal da região. Em outubro do ano passado, Eliza, grávida de cinco meses, disse ter sido agredida pelo goleiro Bruno.
A juíza disse que a medida protetiva, prevista na Lei Maria da Penha, não se aplicaria ao caso. Mesmo que se aplicasse, em sua opinião, não seria suficiente para impedir o sumiço da jovem. Titular da 1ª Vara Criminal de Jacarepaguá, a juíza Telma Fraga encaminhou os autos para a 1ª Central de Inquéritos. O Ministério Público do Rio de Janeiro informou que recebeu solicitação de parecer, mas negou que nela houvesse um pedido de análise de medida protetiva a Eliza.
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Pois deveria haver!!! A entrevista completa dessa responsável pelo destino de Elisa está aqui.