Quadro muito esclarecedor dos proprietários de mitos! Dica preciosa via @marcosfaria70, @io9, obrigada! (Clique para ampliar.)
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quinta-feira, 8 de setembro de 2011
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Entre os esticados e os botocudos
Vocês viram The expendables, com Sylvester Stallone? Passou noutro dia na TV. É um besteirol sem fim (e vai ter sequência!), mas serviu pra expor o rosto quase irreconhecível do querido Rocky Balboa: tão esticado que as sobrancelhas não baixam mais. E a Susan Saradon? Tá a cara do Stallone! Vi recentemente no papel de avó não me lembro em que filme. Fiquei tão impressionada que mudei de canal.
As novas temporadas dos meus enlatados estão mostrando faces estranhíssimas. Os corpos continuam magrinhos, mas o rosto de quase todos engordou -- na verdade, inchou, tamanha a quantidade de botox. Exemplos: a Olivia de Law & Order SVU, a Fiona de Burn Notice, a Megan de Body of Proof e especialmente a Willows de CSI (parece que esticou também...). Nem falo do Magnum de Blue Bloods, que perdeu completamente o rosto original. Ah, a Calleigh de CSI Miami mudou muito (a única expressão dela era o franzir da testa; nesta temporada, nem isso), mas como li que estava grávida durante as filmagens desta 9ª temporada em 2010, atribuo o rosto bem mais cheio à gravidez.
Pra falar a verdade, até o Jon Hamm (Mad Men) tá com uma cara meio diferente... É desagradável ver esse pessoal virar botocudo assim.
***
Atualizando com a Carol Burnett que está dando (agora, 16h21 de sexta 22/4) entrevista a Piers Morgan na CNN (clique para ampliar):
Ela diz que fez plástica porque sempre quis ter queixo... Pode? Pois destruiu as bochechas e a expressão.
As novas temporadas dos meus enlatados estão mostrando faces estranhíssimas. Os corpos continuam magrinhos, mas o rosto de quase todos engordou -- na verdade, inchou, tamanha a quantidade de botox. Exemplos: a Olivia de Law & Order SVU, a Fiona de Burn Notice, a Megan de Body of Proof e especialmente a Willows de CSI (parece que esticou também...). Nem falo do Magnum de Blue Bloods, que perdeu completamente o rosto original. Ah, a Calleigh de CSI Miami mudou muito (a única expressão dela era o franzir da testa; nesta temporada, nem isso), mas como li que estava grávida durante as filmagens desta 9ª temporada em 2010, atribuo o rosto bem mais cheio à gravidez.
Pra falar a verdade, até o Jon Hamm (Mad Men) tá com uma cara meio diferente... É desagradável ver esse pessoal virar botocudo assim.
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Atualizando com a Carol Burnett que está dando (agora, 16h21 de sexta 22/4) entrevista a Piers Morgan na CNN (clique para ampliar):
Ela diz que fez plástica porque sempre quis ter queixo... Pode? Pois destruiu as bochechas e a expressão.
domingo, 10 de abril de 2011
Alô, roteiristas de enlatados! Tá dando não!
Em matéria de enlatados, minha diversão favorita, não ando nada feliz.
Amo Tim Roth, mas na minha humirde ele está sofrendo de uma síndrome que afeta personagens marcantes demais. Aconteceu com Tony Shalhoub em Monk e com Hugh Laurie em House. São tão fortes que o ator se sujeita. Passa a venerá-los, a super-representá-los, aumenta-lhes os cacoetes até que virem mostros torturantes. Desisti de ver Monk se não me engano na terceira temporada, vejo House ocasionalmente e estou prestes a abandonar Lie to me. A série inteira está bem fraca, apesar da trama central interessante. Kelli Williams (a Gillian Foster) é um poste, os demais personagens são postinhos. Não admira que a audiência nos Estados Unidos tenha despencado a um terço. Até aquele estranho povo ao norte do Rio Grande sabe quando algo vai mal.
Por que a síndrome não ataca outros atores? Não sei dizer. Mark Harmon e David Caruso, por exemplo (mantidas as proporções), também lidam com personagens atormentados em NCIS e CSI Miami, mas se contêm, né não?
Aliás, as séries em geral estão bem esquisitas. Primeiro, absurdamente acabaram com Law&Order (L&O Los Angeles é uma bosta horrível). Depois, os roteiristas parecem drogados, perderam o tchan. Desde a grande greve deles uns anos atrás, 2007-2008, os roteiros pioraram muito. Agora vão botar a Olivia e o Elliot de caso no Law&Order SVU, pode??? Até o esplêndido Criminal Minds pirou. A atriz que interpretava JJ pediu aumento, não conseguiu e saiu pra fazer uma sitcom idiota qualquer. O que os roteiristas então inventaram? Que a nerd Garcia, conhecida do público há 5 temporadas, se oferecia para a função da JJ, consolando parentes de vítimas e brifando a imprensa. Você comprou? Nem eu...
Breaking Bad, Damages, Desperate Housewifes detesto. Glee, que de repente se encheu de vilões, detesto. Sitcoms, detesto. Fringe está eletrizante, mas é pouco para um quadro geral de mesmice, crimes cada vez mais brutais, suspense virando terror sem mais nem menos, personagens principais mergulhados em improváveis problemas pessoais (aquela filharada do Elliot, por exemplo, é uma quadrilha!), histórias bobas girando como peão torto. Falta trama, sobra drama. Claro, há momentos divertidos, como imaginar o que faria Horatio Caine de CSI Miami se existisse um Michael Westen (personagem de Jeffrey Donovan em Burn notice) explodindo a cidade toda dia sim outro também...
As grandes exceções: The good wife, muito bom mesmo, e Mad men, ainda deslumbrante. Difícil tirar os olhos da tela. Na Chicago de nossos dias, o background da politicagem à Blagojevich (marinado no puritanismo nacional); na Nova York dos anos 60, o mais atormentado dos personagens atormentados, o espetacular, o maravilhoso, o primeiro e único Don Draper de Jon Hamm (a história permite referências inesperadas, como aos assassinatos dos 3 ativistas no Mississipi em 1964, no 1º episódio desta 4ª temporada).
Só pago uma fortuna à Sky porque os enlatados são a minha principal diversão, já que filmes eu baixo mesmo -- já vi quase todos os que me interessam quando finalmente chegam à TV. Então, sabe, ou os roteiristas tomam jeito ou até isso vou economizar, viu, Hollywood et all?
Amo Tim Roth, mas na minha humirde ele está sofrendo de uma síndrome que afeta personagens marcantes demais. Aconteceu com Tony Shalhoub em Monk e com Hugh Laurie em House. São tão fortes que o ator se sujeita. Passa a venerá-los, a super-representá-los, aumenta-lhes os cacoetes até que virem mostros torturantes. Desisti de ver Monk se não me engano na terceira temporada, vejo House ocasionalmente e estou prestes a abandonar Lie to me. A série inteira está bem fraca, apesar da trama central interessante. Kelli Williams (a Gillian Foster) é um poste, os demais personagens são postinhos. Não admira que a audiência nos Estados Unidos tenha despencado a um terço. Até aquele estranho povo ao norte do Rio Grande sabe quando algo vai mal.
Por que a síndrome não ataca outros atores? Não sei dizer. Mark Harmon e David Caruso, por exemplo (mantidas as proporções), também lidam com personagens atormentados em NCIS e CSI Miami, mas se contêm, né não?
Aliás, as séries em geral estão bem esquisitas. Primeiro, absurdamente acabaram com Law&Order (L&O Los Angeles é uma bosta horrível). Depois, os roteiristas parecem drogados, perderam o tchan. Desde a grande greve deles uns anos atrás, 2007-2008, os roteiros pioraram muito. Agora vão botar a Olivia e o Elliot de caso no Law&Order SVU, pode??? Até o esplêndido Criminal Minds pirou. A atriz que interpretava JJ pediu aumento, não conseguiu e saiu pra fazer uma sitcom idiota qualquer. O que os roteiristas então inventaram? Que a nerd Garcia, conhecida do público há 5 temporadas, se oferecia para a função da JJ, consolando parentes de vítimas e brifando a imprensa. Você comprou? Nem eu...
Breaking Bad, Damages, Desperate Housewifes detesto. Glee, que de repente se encheu de vilões, detesto. Sitcoms, detesto. Fringe está eletrizante, mas é pouco para um quadro geral de mesmice, crimes cada vez mais brutais, suspense virando terror sem mais nem menos, personagens principais mergulhados em improváveis problemas pessoais (aquela filharada do Elliot, por exemplo, é uma quadrilha!), histórias bobas girando como peão torto. Falta trama, sobra drama. Claro, há momentos divertidos, como imaginar o que faria Horatio Caine de CSI Miami se existisse um Michael Westen (personagem de Jeffrey Donovan em Burn notice) explodindo a cidade toda dia sim outro também...
As grandes exceções: The good wife, muito bom mesmo, e Mad men, ainda deslumbrante. Difícil tirar os olhos da tela. Na Chicago de nossos dias, o background da politicagem à Blagojevich (marinado no puritanismo nacional); na Nova York dos anos 60, o mais atormentado dos personagens atormentados, o espetacular, o maravilhoso, o primeiro e único Don Draper de Jon Hamm (a história permite referências inesperadas, como aos assassinatos dos 3 ativistas no Mississipi em 1964, no 1º episódio desta 4ª temporada).
Só pago uma fortuna à Sky porque os enlatados são a minha principal diversão, já que filmes eu baixo mesmo -- já vi quase todos os que me interessam quando finalmente chegam à TV. Então, sabe, ou os roteiristas tomam jeito ou até isso vou economizar, viu, Hollywood et all?
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